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MATÉRIA PUBLICADA
DIA 31 DE OUTUBRO DE 2008
MOBILE
TOILETTE
“Caminhão tomba na marginal Tietê e
gera trânsito em São Paulo”
“Frota de Um milhão de carros em
Brasília preocupa”
“Frota de veículos em São Paulo cresce
acima da média e amplia o nó do trânsito
na maior cidade do país”
“Transporte público não dá voto, diz
especialista”.
Estas manchetes de jornais são cada vez mais freqüentes e
é uma realidade cada vez mais presente nas grandes cidades e pequenas
cidades com crescimento acelerado. È uma demonstração
que existe
uma preocupação geral da sociedade em relação
aos sistemas de transporte e como facilitar a locomoção
da população. Mas como ficam as necessidades fisiológicas
básicas desta população que está presa nestes
congestionamentos monstros? Este pode ser um problema sério, inclusive
de saúde.
Nas rodovias, no projeto de engenharia deveriam ser projetados bolsões
de descanso com Toilette, pontos de fuga? Os pontos comerciais já
não são suficientes, nas rodovias da região de Indaiatuba,
Bandeirantes, Anhanguera, Castelo Branco os congestionamentos são
constantes, principalmente
após acidentes. Transporte de massa de qualidade ainda é
um sonho, muitos preferem o automóvel devido falta de cumprimento
de horário de partida e chegada, lotações excessivas,
falta de conforto, status, etc. O que fazer quando a bexiga aperta? Não
temos solução técnica para este problema.
Recentemente foi publicada em um jornal europeu solução
alternativa, uma bolsa de emergência que em poucos segundos depois
de preenchida torna o conteúdo inodoro, sem vazamentos e em uma
pasta firme. Por aqui já vimos indicações que algunsprofissionais
do transporte utilizam recipiente
improvisado, principalmente nas marginais de São Paulo. Uma solução
seria muito importante,
principalmente para idosos e crianças. Qualquer solução
adotada no futuro deve ter uma contribuição importante da
engenharia civil no projeto de rodovias, sanitários nas cidades;
engenharia química como o exemplo citado na Europa; engenharia
mecânica para adaptação dos automóveis
e inventores de plantão. Por enquanto, que o assunto não
está resolvido e com estudos insuficientes, cada um se vira como
pode.
Paulo Gonçalves dos Santos
Engenheiro de Planejamento

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