Ao
se perguntar o que gasta menos, uma descarga por sistema de caixa
acoplada ou elevada ou uma acionada por
válvula, quem rema a favor
do pensamento dominante
não hesitará em responder
que é a primeira.
Entretanto, sem dados adicionais não é possível
cravar uma resposta ou condenar a descarga de válvula como
a menos econômica. Para economizar água, o mais importante
é haver harmonia entre os modelos do vaso e da descarga – e,
se esta for de válvula, o maior ou menor consumo estará,
literalmente,
nas mãos do usuário. Se a bacia precisar de 9
litros de água para ter o
desempenho total, não
vai funcionar direito se a
descarga emitir apenas
6,8 litros. Isso provocará
a necessidade de uma
nova descarga e o volume
de água utilizado será o dobro.
As bacias foram padronizadas, em 2002, para funcionar com 6,8 lpf
(litros por fluxo) de
água por acionamento,
mas as mais velhas ainda gastam
9 litros. Muitas descargas, tanto de válvula como de caixa,
também já têm padrão de consumo menor. |
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As mais indicadas são as de acionamento duplo,
que gastam apenas 3 litros com líquidos - 6,8 litros são
gastos com sólidos. A vantagem da descarga com caixa acoplada
ou elevada sobre a maioria dos modelos de válvula é
o seu mecanismo contra usuários gastões. Nas caixas,
o volume de água que se vai gastar está limitado naquele
espaço, dessa forma, faz-se uma economia. No caso das válvulas
em geral, a vazão do insumo será proporcional ao tempo
durante
o qual forem pressionadas.
Se é acionada por
dez segundos, chega a
consumir 15 litros . O
segredo para torná-la
mais econômica é simples,
basta a pessoa não
ficar apertando o dispositivo
por muito tempo.
Quatro segundos de
pressão são suficientes
para limpar o vaso. Já existe
no mercado uma válvula com um sistema
contra o desperdício –
independente do tempo
em que é pressionada, a
válvula libera até 6,8
litros por fluxo , sem
opção de descarga mais
longa. |