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MATÉRIA PUBLICADA
DIA 03 DE OUTUBRO DE 2008
Sistemas
de combate a incêndios – Parte I
Dentre os vários equipamentos para prevenção
e combate a incêndio prediais existentes, podemos citar os mais
usualmente encontrados em edifícios residenciais e/ou comerciais:
extintores manuais; hidrantes simples. Iluminação de emergência
e alarme de incêndio.
Dentre os tipos de extintores, encontramos três tipos principais
de agentes extintores: os de água pressão, os de pó
químico seco e os de CO2 (gás carbônico). Falaremos
mais sobre estes equipamentos numa próxima oportunidade, assim
como sobre os sistemas de alarme e iluminação de emergência.
Hoje vamos destacar o sistema de proteção por hidrantes,
que utilizam água como meio principal de combate a incêndio.
Na maior parte dos edifícios, que se enquadram na necessidade de
possuírem rede de hidrantes (edifícios que possuem área
de construção superior a 750,0 m² e/ou possuem altura
superior a 10,0 m), encontramos a reserva de água no reservatório
superior, abastecendo os hidrantes por sistema gravitacional, ou utilizando
uma bomba elétrica para cum-prir o requisitado em norma quanto
à pressão mínima a ser alcançada no bocal
do hidrante mais desfavorável.
Ocasionalmente, deparamos com um edifício que possui um reservatório
subterrâneo, além de um sistema de bombas para alimentar
a rede de hidrantes do mesmo.
Quanto aos hidrantes, na quase totalidade dos edifícios residenciais
e/ou comerciais, encontramos os denominados hidrantes simples, abrigados
na própria caixa metálica que se destina à mangueira
e esguicho do sistema.
Dentre as características principais das mangueiras, dependendo
da classe de risco em que o edifício é enquadrado,
temos mangueiras de 38 mm ou 63 mm, com esguichos de jato cônico
de requinte de 13, 16 ou 19 mm.
As mangueiras são fabricadas em fibra poliester, com revestimento
interno de borracha, em vulcanização direta no tecido, possuindo
nas extremidades engates rápido denominado “storz”. A forma de
guardá-la é mantendo as duas
extremidades unidas e enrolando-a do meio para a extremidade.
Félix Walter Germer Júnior
Engenheiro Civil

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